Albert Hoffman, descobridor do ácido lisérgico, olha para sua invenção e pensa: "Humm... O que acontece se eu beber?"
Benjamin Franklin
Ao empinar uma pipa durante uma tempestade, foi atingido por um raio e descobriu a eletricidade. Imediatamente começou a trabalhar em um plugue que possibilitaria ligar diversos aparelhos em uma mesma tomada, o qual chamou de benjamin. Seu invento só se tornou um sucesso comercial após a invenção da tomada.
Louis Pasteur
Descobriu a vacina contra a raiva e desenvolveu o método da pasteurização. Suas maiores contribuições para a humanidade foram o pasteur de carne e o pasteur de queijo.
Joseph Nicéphore Niepce
Produziu a primeira imagem fotográfica da história. Entretanto, a fotografia só iria se popularizar com o surgimento da campanha "fotografe um momento Kodak". A frase anterior, "fotografe um momento Nicéphore Niepce", simplesmente não pegou.
O arquivo com a entrevista da nutricionista do sanduíche-íche, gerou tantos acessos que acabou tirando o site Idéias Mutantesdo ar (que gentilmente havia nos oferecido espaço para hospedá-lo). Mas para vocês não ficarem na saudade, encontramos na internet a versão legendada da entrevista. Clique aqui com o botão direito do mouse e selecione "Salvar destino como..."
Ministro da Indonésia quer criminalizar sexo oral Fonte: AFP
"O ministro da Justiça da Indonésia está tentando tornar crimes o sexo oral, concubinato e o sexo fora do casamento. 'O processo ainda está no estágio inicial. Estamos recolhendo adesões de vários partidos e especialistas', explicou o porta-voz do ministério."
Se fizerem isso no Brasil, eu entro no congresso atirando.
Canibalismo
Podem dormir tranquilos, essas histórias de canibais à solta pela cidade são apenas boatos. Nós comemos o último ontem.
Febem ganha 10 escolas de informática Fonte IDG Now!
"O projeto, que inclui o acesso rápido à internet, conta com uma verba de 70 mil dólares doada pela Microsoft e aumentará o número de EICs para 21 este ano."
Inclusão digital é isso: Além de fazer rebeliões, agora eles também podem invadir o seu computador.
Como ficar famoso sem fazer força
Lição número 1: Ser expulso de casamento dá muito mais ibope do que ser expulso do Big Brother.
Nota extraordinária
Eu não quero causar pânico, mas o presidente do Sri Lanka acaba de decretar estado de emergência. Mais informações no decorrer do dia.
Segurando a arma entre as mãos em uma manhã de domingo, ele repensou sua vida. Em poucos minutos, uma bala em seu crânio o conduziria para fora deste mundo escroto. O tempo das drogas, bebidas e mulheres acabara. Antes fora um leitor voraz, um bebedor incansável e um bom atirador de Magnum .44. Hoje, era um senhor de 67 anos, como tantos outros em Wood Creek.
Puxou o cão de sua arma e a pressionou contra a têmpora. Mas antes, olhou ao redor e certificou-se de que ia deixar uma sujeira do caralho para alguém limpar.
***
Hunter S. Thompson foi o criador do jornalismo gonzo, gênero que mistura ficção e realidade. Cometeu suícidio com um tiro de revólver neste último domingo, aos 67 anos. A homenagem do Curto e Grosso não poderia ser diferente do estilo que ele tanto consagrou.
Johhny Deep em Fear and Loathing in Las Vegas, baseado em um dos livros de Hunter.
As Melhores (Piores) Entrevistas da História do Showbizz Bob Dylan
Em entrevista a uma rádio sueca em 66, Dylan chuta o balde e revela sua verdadeira nacionalidade.
Muito legal você ter vindo a Estocolmo. Poderia explicar um pouco mais sobre você e seu tipo de canções? O que você acha das músicas de protesto? Hum...em... Deus. Não, eu não vou ficar aqui sentado fazendo isso. Eu fiquei acordado a noite toda, tomei uns comprimidos, comi comida ruim, li as coisas erradas, saí em corridas a 160 quilômetros por hora e não vamos ficar aqui sentados falando sobre mim como um cantor de protesto.
“The Times They Are A-Changin’” – era para ser uma canção de protesto, não era? Oh, meu Deus, isso foi há quanto tempo?
Um ano atrás. Putz, um ano atrás? Não estou tentando ser pouco amigo nem nada, mas eu seria um mentiroso ou um tolo de concordar com todo esse negócio. Não posso fazer nada se você está um ano atrasado.
Você é um poeta? Um cantor? Ou escreve poesias e depois põe a música sobre elas? Não. Eu não sei. É tão bobo. Você não perguntaria estas coisas para um carpinteiro, não é?
Não seria tão interessante. É interessante pra mim; deveria ser igualmente interessante pra você. O que você acha que Mozart diria se você perguntasse estas questões a ele? “Diga-me senhor Mozart, hum...”
Bem, eu não o entrevistaria. Então porque você faz isso comigo?
Porque estou interessado nos seus discos e o público sueco também. Bem, eu também estou interessado no público sueco, mas tenho certeza que eles não querem ouvir todas estas besteiras. Suecos são mais inteligentes do que isso.
Você conhece muitos suecos? Conheço vários. Na verdade eu mesmo sou um sueco.
Vamos escutar uma música? Você pode tentar. Esta aqui é uma música de protesto. Esta específica, “Rainy Day Women”, trata de uma minoria de aleijados e orientais e o mundo no qual eles vivem. É um tipo de lance mexicano – bem protestante. Uma das coisas mais protestantes de todas as coisas contra as quais protestei nos anos de protesto.
Certa vez, um amigo meu comprou uma boneca inflável para um colega. Acontece que a filhinha desse colega se encantou com a boneca inflável e começou a andar com ela para todo lado. Para piorar, ainda a chamava de "mamãe". Eu disse para ele que isso era muito cruel. Ele respondeu:
- Cruel seria encher a boneca inflável de gás hélio e amarrar uma cordinha na perna dela. Isso seria cruel.
Pensamento do dia
"O homem surgiu quando o macaco experimentou o cogumelo". Fellipe Vernon, artista plástico.
Tem dado em casa?
Vocês viram o vexame que o Dado Donabella deu no Carnaval? O figura se jogou no chão, fugiu dos seguranças do sambódromo, foi chamado de palhaço pela platéia e só sossegou quando viu o desfile começar. Aí desandou a chorar.
Acho que ele pensou que o samba enredo era "Meu Rabicó Amanheceu Pegando Fogo".
Popozão for export
Enquanto o Latino importa músicas cantadas por gordinhos felizes, a gente também sabe exportar cultura. Veja o comercial de Coca-Cola que está rolando na Alemanha aqui.
A sorte enfim começa a mudar para nosso amigo Pete Doherty. O apelo de seu advogado funciona e Pete consegue uma redução de sua pena de seis para dois meses. Graças ao bom comportamento, passa apenas quatro semanas atrás das grades. Entre o direito à liberdade e a volta aos palcos transcorrem poucas horas. Na mesma noite, Pete reune-se novamente com sua antiga banda e juntos proporcionam uma performance inesquecível ao exultante público presente.
Singles liderando as paradas de sucessos e uma profusão de shows do norte ao sul da Inglaterra pontuam o grande momento vivido pela banda nos seis meses subseqüentes. Noites lotadas em casa de shows, invasões de centenas de fãs ao palco, apresentações gratuitas em parques, shows caóticos secretos e inclusive uma apresentação solo de Pete em seu próprio apartamento movimentam o séquito de fãs, ávidos por reverem a banda do momento, de volta em sua formação original.
Obviamente estaríamos mentindo se afirmássemos que este período está isento de quaisquer pequenos acidentes, como a ocasião em que Carl, em estado ébrio-etílico, escorrega no banheiro e fratura diversas partes de seu rosto, comprometendo inclusive sua visão.
A consagração cada vez mais se faz notar, ora por meio de presenças em festivais ao lado de pesos pesados como David Bowie e The Who, ora por elogios rasgados de Mick Jones, guitarrista da seminal banda The Clash, declarando que o próximo lançamento dos Libertines "é daqueles que, de tão bons, acontecem apenas uma vez a cada geração".
Tudo parece, porém, muito bom para durar por todo este tempo. Já em meados de 2004, uma entrevista de Pete dá o tom de mau presságio em relação aos dias que estavam por vir. O agora astro queixa-se novamente de seu colega de banda e melhor amigo, por inúmeras desavenças e diferenças. O inferno astral de Pete Doherty está por recomeçar, desta vez triplicado....
No próximo capítulo: a internação e a fuga; outra internação e outra fuga.
"As pessoas me perguntam por que eu escrevo coisas tão brutas. Gosto de dizer que tenho um coração de menino - está guardado num vidro em cima da minha escrivaninha". Stephen King, escritor
"
Como dizia John Lennon 'a vida é o que acontece enquanto a gente está fazendo outros planos'. (Pausa) Bom, mas ele também dizia que era uma morsa e que viajava em um submarino amarelo". Tim Caterburry, personagem da série The Office, filosofando sobre sua demissão
"
Os anos 80 foram uma bicicleta ergométrica: não levaram ninguém a lugar nenhum". Lobão, cantor e compositor independente
"
Estão tendo dificuldades para formar o júri de Michael Jackson porque o júri deve ser constituído por quinze semelhantes". David Letterman (frase indicada pelo nosso amigo Denis)
"Da minha atenta observação dos escritores... eles se dividem em dois grupos: 1) aqueles que sangram copiosamente e visivelmente diante de qualquer crítica ruim, e 2) aqueles que sangram copiosamente e secretamente diante de qualquer crítica ruim." Isaac Asimov, escritor
Fatos e impressões sobre a mais recente película de Jim Jarmusch.
1) Jim Jarmusch é o cara. Seus filmes são "cool", e filmes "cool" não necessitam ser necessariamente bons porque são auto-suficientes.
2) A frase: "__________ é o (a) cara." pode ser igualmente aplicada a todo o elenco estelar que participa do filme.
3) Praticamente não há personagens fictícios no enredo. Todos os atores interpretam a si mesmos, ainda que em situações fictícias.
4) Em filmes com um elenco desta qualidade, são sempre os desconhecidos os que mais se sobressaem.
5) A melhor histórieta não é a de Iggy Pop e Tom Waits, e sim a de Alfred Molina e Steve Coogan.
6) Café e cigarros não consiste em uma dieta balanceada e não pode substituir uma refeição.
7) Nem café nem cigarros são medicamente recomendáveis. Ambos podem ser letais, mesmo em quantidades moderadas.
8) Este longa provoca um desejo irremediável de tomar café, inclusive àqueles que não apreciam a bebida. Ex-fumantes não devem assistí-lo, a fim de evitar crises agudas de abstinência de nicotina. A produção desperta fortes suspeitas de que tinha sido patrocinada pela Starbucks ou pela Marlboro, no mínimo.
Pessoas que podem fazer você morrer de rir (ou não) Nicholas Gurewitch
Não pretendia colocar esse cara aqui, mas o Lacerad me convenceu de que ele faz parte da minha série de cartunistas obscuros. Nicholas Gurewitch é autor da tira The Perry Bible Fellowship, publicada em alguns jornais dos EUA.
Dotado de um humor nonsense muito bom, e com uma qualidade gráfica bem diferente do que estamos acostumados a ver nas tiras diárias, Nicholas pode virar uma referência. Mas não acredito que The Perry Bible Fellowship vá chegar aos jornais de grande circulação, pois Nicholas às vezes parece um completo psicopata e abusa do humor negro. A "piada" da garotinha em uma cadeira de rodas que ganha um par de patins no seu aniversário mostra bem isso.
Enquanto sua banda segue em turnê, desta vez pelo Japão, Pete, sem nada melhor para fazer, resolve aprontar. Sob o pretexto de quitar dívidas com dois músicos desempregados, invade o apartamento de seu amigo e colega de banda, Carl, levando o equivalente a vários milhares de reais em bens como laptop, guitarra, vídeo-cassete e CD player.
Em tribunal, declara-se culpado pelo furto, justificando a invasão, não como uma vingança, mas como uma auto-discussão que culminara em um chute na porta do apartamento, seguido de desespero, tristeza e remorso. No dia seguinte, revela o vício em duas das mais pesadas drogas modernas e admite precisar de ajuda e não saber o que fazer. A gravadora compromete-se a pagar o tratamento de reabilitação ao endividado Doherty (um milhão e meio de reais), diante de sua intenção em voltar à banda. A alegria dura poucos dias; Pete desiste do tratamento e filosofa: "não adianta se internar, a cura tem que vir de dentro".
Dois meses mais tarde, em setembro, a sentença: seis meses de prisão pela séria ofensa de invasão e roubo de domicílio. O direito à redução da pena é negado; o juiz comenta que o réu "ao contrário de todos aqueles que tiveram que estudar e trabalhar duro, ganhara muito dinheiro para sua idade, começando a ser portar irresponsavelmente". Após a sentença, recebida com espanto e lágrimas de familiares, Pete, que se tornara pai há pouco tempo, é levado a uma cela. O advogado de defesa, que tentara classificar o crime como um ato impulsivo e emotivo, promete apelar contra a sentença e mudar a situação...
No próximo capítulo: a redução da pena, a libertação, a reunião da banda e a sensacional seqüência de shows. Happy days are back again?
Depois de quatro dias e meio de feriado prolongado, uma das tarefas mais difíceis da humanidade é sobreviver ao trabalho. Pelo menos no meu caso, o dia já começa com um inimigo mortal: o despertador. Ele toca, feliz da vida por me retirar dos braços de Morfeu, e eu tenho que apertar o snooze umas duas vezes antes de criar coragem de colocar os pés no chão. Pouco tempo depois, esses 20 minutos de atraso serão devidamente descontados na buzina do carro.
Entro no escritório, ninguém chegou. Vou checar os emails quando a primeira desavidada entra:
- Boooooooooom dia!
Ainda não achei nada de bom nele, mas vá lá. Aceno afirmativamente com a cabeça, tentando não me mexer muito.
- Aconteceu alguma coisa? Você está quietinha hoje. O que foi?
Respondo que não aconteceu nada, é apenas sono. O bom humor dela em uma manhã pós-feriadão é sobrenatural. Talvez alienígenas tenham dominado sua mente. Ou talvez ela ainda não tenha dormido e só vai sentir os efeitos do feriadão amanhã.
Chega a segunda desavidada, feliz como uma borboleta que acaba de perder a virgindade:
- Boooooooooooooom dia!
Grunho alguma coisa e tento sorrir.
- O que foi? Aconteceu alguma coisa? Você está quietinha!
Meu Deus! É um complô. Elas se uniram para me atacar. Respondo mais uma vez que não houve nada, é apenas sono. Elas parecem ficar satisfeitas com a minha resposta e começam a conversar sobre o feriadão.
Aproveito a trégua para navegar um pouco na internet. E quando finalmente encontro um pouco de paz, uma delas se lembra de mim:
- Ei, o que foi? Aconteceu alguma coisa? Você está quietinha hoje!
Painossoqueestaisnocéussantificado...
- É mesmo, você está quietinha hoje. Aconteceu alguma coisa?
Não. Mas vai acontecer já, já.
***
Habibit é acessora para assuntos trabalhistas do Curto e Grosso Colaboração de Dan Bayer
Cuidado com as pescarias! Ao transitar na rua, pise apenas nas lajotas
ímpares escuras. Ingira preferivelmente alimentos azuis. Vá à locadora e
peça qualquer filme de freiras reprimidas de meados do século passado. Divida
a próxima pizza em anéis concêntricos de iguais superfícies, para quebrar
paradigmas. Termine todas as frases com "no bom sentido".
Ontem estive a ponto de presenciar a piscina do prédio ao lado ser utilizada
pela primeira vez em mais de dois anos. O banhista estava preparado para
executar o mergulho, mas desistiu da manobra ao reparar um provável espectador
em alguma das janelas de seu edifício. Ainda não foi dessa
vez!
Estréia Cinematográfica da Semana: Finding Neverland - Em Busca da Terra do Nunca
Baseada em fatos reais, esta superprodução estrelada por Johnny Depp e Kate Winslet retrata duas personagens lutando pelos seus objetivos e aspirações. O enredo se desenvolve ao redor da crise pessoal jurídico-corporativa enfrentada por Michael Jackson, cujo responsável é o jornalista Martin Bashir (Depp). O entrevistador produzira o documentário "Na Cama com Michael Jackson", desencadeando uma avalanche de rumores que culminaram em denúncias e um processo por abuso infantil, movido por um antigo "amigo" de Michael e Macaulay Culkin.
Em meio a este turbilhão, acompanhado avidamente pela imprensa de todo o mundo, está Debbie Rowe (Kate Winslet), a enfermeira progenitora de dois filhos de Michael, que tenta deseperadamente voltar ao Rancho de Neverland para um acerto de contas. O único defensor de Michael é Uri Geller, o guru contemporâneo, que arquiteta uma fuga de ambos para um paraíso fiscal não identificado, onde reconstroem o Rancho. Bashir, interessado em mais um furo jornalístico, ajuda Debbie em sua missão rumo à nova Neverland. Em seu encalço, o FBI e a SWAT tratam de dificultar ao máximo seu reencontro com o rei do pop.
A direção segura de Mark Foster e a interpretação coesa de Dustin Hoffmann, no papel de Uri Geller, trouxeram a este filme sete indicações para o Oscar, entre elas, melhor filme, melhor direção, melhor ator, melhor roteiro adaptado e melhor figurino.
Uma prova cabal de que até as coisas mais simples
não funcionam no Brasil é a chamada a cobrar. O procedimento é claro: Você
telefona para alguém, essa pessoa atende, você se identifica e ela decide se
quer ou não falar com você.
Entretanto, a mensagem “após o sinal diga seu nome
e a cidade de onde está falando”, deve ter sida escrita em bielo-russo com
neologismos em grego. Poucas pessoas parecem entender o que ela significa. Em
geral, quem está do lado pagante da ligação, é obrigado a ouvir um longo
silêncio após a musiquinha:
-... - Alô.
- Oi? - Com quem você quer falar? - Queria falá cum Clédiston -
Aqui não tem ninguém com esse nome. - Clé-dis-ton! - Que número você
discou? - O do Clédiston.
Confesso que, geralmente no primeiro Clédiston, eu
já bati o telefone na cara do fulano. Às vezes o sujeito é mais enigmático:
-... - Alô. - De onde falam? (Essa
eu acho o cúmulo. Estou pagando criatura, vá direto ao assunto!) - Com
quem você quer falar? - De onde é? - Eu só falo se você disser com quem
você quer falar. - É 555-1234? - É. Com quem você quer falar? - Quem
está falando?
E o mais abusado de todos, aquele que não se dá por
vencido:
-... - Alô. - E aí Rui! Beleza? - Eu
não sou o Rui. - Desculpa Moacir! Não te reconheci. Deixa eu falar com o
Rui. - Aqui não tem ninguém com esse nome. - Chama o Clédiston pra mim
então.